Fotomontagem meramente ilustrativa para a matéria. Fonte: Google
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Fernanda, esposa de Romualdo Milanese, sofre outro revés na Justiça Eleitoral após nova decisão judicial manter a proibição de divulgação de “pesquisa fraudulenta”

A defesa da candidata a prefeita Fernanda Milanese (Solidariedade) contestou nesta quarta-feira, 21/07, a decisão proferida pela Justiça Eleitoral que proibiu a divulgação da pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Perfil.

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Contudo, os argumentos apresentados não foram aceitos pelo Juiz da Comarca de Boa Esperança, tendo o magistrado mantido integralmente a decisão desfavorável a Coligação de Fernanda Milanese.

Em sua segunda Decisão o magistrado escreveu: “Reanalisando os presentes autos, e em atenção ao requerimento de revogação de medida liminar, formulado em contestação ID 91**03, entendo pela mantença da medida. Ao prolatar a Decisão ID 91**47, este magistrado teve a cautela de diligenciar junto aos sítios do CONRE-3 e CONRE-6, se o nome do estatístico figurava entre aqueles autorizados pelos órgãos de fiscalização da profissão, sendo constatado a sua irregularidade, tal qual informado na inicial, consoante links: https://www.conre6.org.br/pessoa-fisica-registros https://www.conre3.org.br/portal/profissionais-e-empresas-do-conre-3-2/ É de se destacar que os documentos Ids 91**10 e 91**12, juntados com a contestação constam como data de referência o ano de 2016. Sendo assim, mantenho integralmente a Decisão ID 91**47, que determinou a suspensão da divulgação da referida pesquisa, face a sua irregularidade.”

Decisão do Juiz Eleitoral – proibição de divulgação de pesquisa eleitoral

Pedido de Liminar

O pedido de Liminar foi protocolado nesta segunda-feira, 19, pela Coligação Trabalho e União por Boa Esperança. Na ação, advogados de Cláudio Boa Fruta (DEM), Heitor Afonso Linhares Marcondes e Helio Devid Amorim Maldonado apresentaram à Justiça vários indícios de que a pesquisa é fraudulenta, havendo inclusive diversas outras impugnações judiciais relacionadas a várias pesquisas realizadas pelo Instituto Perfil em outras eleições, devido a restrições ao estatístico e a empresa.

A pesquisa que estava sendo amplamente divulgada pela candidata nas redes sociais e grupos de WattsApp desde a primeira Decisão Judicial, reforçados agora pela segunda Decisão, estão proibidas de serem veiculadas, sob pena de multa a candidata a prefeita no valor de R$ 5 mil por dia por descumprimento.

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