Segundo o juiz que deu a sentença, o município não cumpriu com sua obrigação de fiscalizar as vias públicas da região e terá que pagar indenização no valor de R$ 10 mil

O município de Linhares foi condenado a pagar indenização no valor de R$ 10 mil, a título de danos morais, a uma criança que se acidentou após cair em um bueiro aberto, localizado em uma via pública da região. Segundo as informações dos autos, após cair no bueiro o menino foi atendido no Hospital Geral de Linhares (HGL), para tratar dos ferimentos. No entanto, o autor alegou que não foi possível fechar as lesões devido aos riscos de uma possível infecção.

Panorama sob céu nublado

O Brasil vive estado de letargia. Eleitorado não se motivou nem para a Copa do Mundo, que está começando, nem para a campanha eleitoral, que está se apresentando como uma gigantesca parede de mosaicos, sem nenhum bloco a chamar a atenção. A indignação contra a classe política é patente até no silêncio das massas. As mobilizações são mais escassas. Os perfis lutam para dar visibilidade ao seu pensamento.

Refluxo na economia

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As redes sociais continuam a fazer o jogo “tiroteio recíproco” entre grupos. As pesquisas contêm um imenso viés: a de pôr Lula como candidato. A economia dá sinais de refluxo, quando as coisas começavam a melhorar. A inflação, mesmo contida, dá sinais de voltar a crescer. Os governantes dos Estados, com exceção de uns cinco, aproximadamente, não receberão o passaporte de volta. O caminho até 7 de outubro é cheio de curvas e surpresas.

Imponderável

Na terra “onde se plantando tudo dá”, o Senhor Imponderável dos Santos do Pau Oco pode baixar a qualquer momento.

O que eu sou?

O caso é verídico. O farmacêutico Claodemiro Suzart, candidato do PTB à prefeitura de Feira de Santana, na Bahia, decidiu fazer o comício de encerramento da campanha na rua do Meio, na zona do meretrício. E jogou o verbo: “o povo precisa estudar a vida dos candidatos, desde o nascimento deles, os lugares onde nasceram, para saber em quem votar direito”. Por exemplo, Arnold Silva, da UDN, nasceu em Palácio, nunca falou com o povo. O que ele é?

– Candidato dos ricos – gritava a multidão.

– É isso mesmo. Não pode ter o voto de vocês. E Fróes da Mota, candidato do PSD, nunca sentiu o cheiro de povo. Só gosta mesmo é do gado de sua fazenda. O que ele é?

– Candidato dos fazendeiros – delirava a galera.

– Isso mesmo. Não pode ter o voto do povo. Já eu, meus amigos, nasci aqui, nesta rua do Meio, a mais popular de Feira de Santana. E eu, meus amigos, o que eu sou?

Lá do fundo da turba, um gaiato soltou a voz:

– Filho da puta.

O comício acabou ali. (Do jornalista Sebastião Neris publicado em Porandubas Políticas).